A Wikipédia e o canto da sereia

A Wikipédia é uma maravilha! É uma enciclopédia em nossas mãos! É mais do que a Enciclopédia Britânica! A Wikipédia é confiável pois, além de tudo, tem um pessoal que verifica e valida as informações que são colocadas!

Para quem faz uma pesquisa apressada, o Wikipédia é o paraíso; para os alunos, uma mão na roda, afinal, tudo aquilo que o professor pediu está lá, direitinho, bem escrito e resumido. É só copiar e colar!

Pelo amor de Deus! Digo, repito e trepito: cuidado com a Wikipédia.
Tem artigos bons, tem. Tem informações diferentes, tem. Mas por favor, não usam a Wikipédia como única fonte de pesquisa. Usem, NO MÁXIMO, como ponto de partida. A beleza da Wikipédia é o canto da sereia que devorava os marinheiros na Odisséia!

Quando lemos a Enciclopédia Britânica, sabemos que tem por detrás daqueles verbetes uma série de especialistas. Na Wikipédia, não sabemos quem escreve, quem reescreve, quem re-reescreve, e por aí vai. E nisso, entram questões ideológicas de quem escreve, de quem reescreve, de quem re-reescreve etc etc

Aqui vai o exemplo claro do que digo.

Estava fazendo uma pesquisa na internet sobre a Alemanha nazista e o primeiro link que apareceu no Google foi o verbete Adolf Hitler da Wikipédia. Logo nos primeiros parágrafos, aparece a seguinte informação (?) (os negritos são meus)

“Documentos apresentados durante o Julgamento de Nuremberg indicam que, no período em que Adolf Hitler esteve no poder, grupos minoritários considerados indesejados – tais como Testemunhas de Jeová, eslavos, poloneses, ciganos, homossexuais, deficientes físicos e mentais, e judeus – foram perseguidos no que se convencionou chamar de Holocausto.[3] Apesar da falta de documentos que comprovem tal, a maioria dos historiadores consentem que a maior parte dos mesmos perseguidos foi submetida a Solução Final, enquanto certos seres humanos foram usados em experimentos médicos ou militares.”

Esse parágrafo é extremamente perigoso. Primeiro, os documentos referentes ao nazismo não indicam que grupos minoritários foram perseguidos. Os documentos comprovam, testemunham, provam, revelam, mostram, mas jamais indicam, pois o indicar pode sugerir um erro.

E que história é essa de apesar da falta de documentos??? Que documentos esses neonazistas, escondidos sob o pretexto de serem revisionistas querem? Não basta o julgamentos de Nuremberg, não bastam os vídeos feitos pelos próprios nazistas mostrando pessoas sendo enterradas em valas comuns aos milhares, não bastam as fotos que mostram os horrores dos campos de concentração, não basta o reconhecimento do governo alemão de que os crimes do nazismo aconteceram, não bastam os relatos dos sobreviventes?

Na versão que está no ar, no dia de hoje (3 de novembro de 2009), estes e outros absurdos estão lá, em meio a discussões extremamente úteis sobre o fato de Hitler se dizer vegetariano mas gostar de comer linguiça alemã.

Por isso, e muito mais, repito.
Cuidado com o Wikipédia!

03/11/2009 at 11:31 AM 3 comentários

Sexta-feira na Unifesp

O professor Glaydson José da Silva, da Unifesp, está ministrando aos alunos do segundo ano do curso de História um curso que tem por objetivo levar os alunos a analisarem os livros didáticos de História existentes no mercado editorial brasileiro.

Dentro dessa proposta, o professor convida autores e editores para conversarem com os alunos e contarem suas experiências sobre como é o processo de produção de um livro didático. Na próxima sexta-feira, dia 23, será a vez eu e a Gislane irmos à Universidade bater-papo com os alunos da turma da tarde e da noite.

Fizemos o mesmo passado, quando a mesma disciplina estava sob os cuidados do professor Jaime Rodrigues, e gostamos muito da experiência. Os alunos interagiram muito bem, fizeram perguntas interessantes e a conversa fluiu que foi uma beleza. Ficamos até com a sensação de que a aula passou rápido.

Nesta sexta, tem mais. Estamos ansiosos.

20/10/2009 at 9:09 AM Deixe um comentário

Sherlocks on the rocks nas Diretas Já

Conheci José Arrabal em 1986, no primeiro ano da faculdade de Jornalismo. Ele era meu professor e logo na primeira aula perguntou aos alunos se havia alguém que poderia dar-lhe uma carona para algum ponto próximo da avenida Santo Amaro. Naquela época, eu morava na então pacata Vila Olímpia, a três quarteirões da avenida, e me prontifiquei a levá-lo até o ponto de ônibus. Mal sabia eu que naquele momento estava nascendo uma amizade que dura até os dias de hoje e, mais do que isso, acabou dando frutos: o livro Sherlocks on the rocks nas Diretas Já, que acaba de ser lançado pelo selo Amarilys, da Editora Manole.

Escritor de longa data e vasta obra, o Arrabal sempre me estimulou a escrever literatura. Lá pelos meus 20 e poucos anos, quando ainda elaborava umas coisas que ousava chamar de poesia, levava meus textos para ele ler, criticar e esperava ansioso os comentários sempre pertinentes. (Ainda bem que o bom senso me levou a jogar aqueles versos no lixo).

Algumas vezes, cheguei a comentar com o Arrabal que seria interessante escrever um livro a quatro mãos com ele e, de fato, a idéia virou realidade quando o Arrabal comentou que imaginava um dia escrever um livro que se passava durante as Diretas Já. Topei a proposta na hora. Estava aí: um livro voltado para o público juvenil passado na época das diretas.

Combinamos o seguinte: um escreveria um certo número de páginas e, quando tivesse terminado, passaria a sua parte para o outro dar continuidade, depois, voltaria para o primeiro que continuaria do ponto aonde o outro parou e assim sucessivamente.

E foi o que aconteceu. Eu comecei, passei para o Arrabal, que avançou e devolveu para mim que retornei para o Arrabal, que concluiu a obra.

Se disser que esse processo todo durou pelo menos uns seis anos para ficar pronto, não estarei mentindo. Na verdade, não foram seis anos de escrita. A demora foi mais porque o livro ficava guardado na gaveta, enquanto desenvolvíamos outros trabalhos. Brincávamos que estávamos competindo com o Joyce, que levou 22 anos para escrever Ulisses.

Mas o divertido era quando a obra saía da gaveta e um telefonava para o outro para ler o que havia acabado de escrever. Gargalhávamos com as passagens inventadas, com as situações em que deixávamos os personagens, com as armadilhas que o Arrabal deixava para mim e eu para mim. Enfim, nos divertimos à beça.

Bem, agora, é curtir o livro. O lançamento será no próximo dia 24/10, das 15h às 17h30, na livraria Martins Fontes (avenida Paulista, 509). Estão todos convidados.

Deixo abaixo uma pequena passagem do livro, no qual temos uma reunião dos vilões.

“Uma conversa confusa, que deixou Carlão Malvadeza ainda mais nervoso. O bandidão, por fim, não se conteve.

- Quem está aí, vampiro?! – berrou, com raiva.

- É o motorista de Seu Herr Göllor! Veio de Embu das Artes e traz um recado pro senhor. Diz que é urgente, mas não conta o que é! – respondeu Dentinho aos gritos.

Eu, todo dolorido, não entendia nada de nada daquela história. “Herr
Göllor?!” – pensei comigo. “Quem haveria de ser esse Herr Göllor?! Boa gente decerto não era.”

- Pergunta qual é o recado e vem aqui me dizer! Fala pra esse sujeito não ficar aí te enrolando. Chega de conversaria! – ordenou Carlão.

Foi o bastante para pôr fim no bate-boca. Logo em seguida, Dentinho subiu a escada aos saltos, chegando à porta da sala onde estávamos.

- O cara lá embaixo, doutor Carlão, é aquele Zelianízio Mello, o caolho que dirige pra Seu Herr Göllor – explicou, exibindo os caninos de ouro. – Diz que veio buscar o senhor mais Seu Fulam, a mando do patrão dele. Parece que deu alguma encrenca com o carregamento de pedras preciosas que vem da Chapada Diamantina, na Bahia. É coisa séria, mas não quis falar direito. Só por alto.

- Amarra a boca, Dentinho! Não vai entregando tudo assim às claras na frente de gente estranha! – interrompeu Malvadeza.

- Que gente estranha é essa, chefe? O recado é também pra Seu Paul Fulam – justificou-se o bandido. – Depois, o homem tem pressa, porque o caldo engrossou mesmo. Até Sir Joseph Ney, aquele gringo inglês bigodudo e velho lá do Rio de Janeiro, está em Embu, na casa de Seu Herr Göllor, aguardando vocês dois. Veio de avião. Diz que está uma fera com o que vem acontecendo.

Diabos! Quem seria o tal Sir Joseph Ney?! Gringo inglês?! Nunca ouvira falar nele!”

Capa do livro "Sherlocks on the rocks nas Diretas Já"

15/10/2009 at 4:30 PM 1 comentário

Linhas de 30 mil anos

Veja abaixo matéria reproduzida do site da Fapesp sobre a descoberta de que os humanos já usavam fibras em seu dia-a-dia há 30 mil anos

AGÊNCIA FAPESP As mais antigas fibras usadas por humanos foram descobertas por um grupo internacional de cientistas na Geórgia, república do Cáucaso localizada na fronteira entre Europa e Ásia. As fibras, de linho (Linum usitatissimum), eram usadas há mais de 30 mil anos, como descreve artigo publicado na edição desta sexta-feira (11/9) da revista Science.

De acordo com a pesquisa, as fibras, de diferentes dimensões, eram empregadas como cordas ou linhas para amarrar ferramentas de pedra e costurar cestos ou vestimentas. As fibras eram trançadas ou usadas com numerosos nós e até mesmo tingidas, em tonalidades como cinza, preto, azul ou rosa.

As fibras foram encontradas na caverna de Dzudzuana, que reúne uma série de camadas sedimentares do Paleolítico superior. Também foram identificados restos de cabelo humano, insetos e fungos que costumam crescer em materiais têxteis.

“Essa foi uma invenção fundamental dos primeiros humanos. Eles podem ter usado tais fibras para criar vestimentas, cordas ou cestos, itens usados principalmente em atividades domésticas. Sabemos que eles usavam linho selvagem que crescia nos arredores da caverna”, disse Ofer Bar-Yosef, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, um dos autores do estudo.

Os itens criados com a ajuda das fibras aumentavam as chances de sobrevivência e de mobilidade nas condições adversas encontradas na região montanhosa. Os cientistas estimam que as fibras podem ter sido usadas para a manufatura de roupas e calçados, que garantiriam a sobrevivência durante o rigoroso inverno.

O estudo aponta que as fibras também podem ter sido aplicadas na produção de cestos para carregar itens essenciais, melhorando a mobilidade e oferecendo uma grande vantagem em uma sociedade baseada na caça.

Algumas das fibras descobertas estavam trançadas, indicando que foram usadas como cordas. Outras foram tingidas, com o uso de plantas encontradas na região.

As amostras descobertas não são visíveis ao olho nu porque os itens que elas preendiam foram desintegrados há muito tempo. Os pesquisadores descobriram as fibras por meio do exame microscópico de amostras de argila retiradas de diferentes camadas da caverna.

Até então, o uso mais antigo de fibras pelo homem havia sido registrado no sítio arqueológico de Dolni Vestonice, na República Checa, com 28 mil anos.

Os cientistas encontraram as fibras enquanto analisavam amostras de pólen de árvores em estudo das variações ambientais e de temperatura em um período de milhares de anos.

O artigo 30,000-Year-Old Wild Flax Fibers, de Eliso Kvavadze e outros, pode ser lido por assinantes da Science em http://www.sciencemag.org.

11/09/2009 at 6:36 PM Deixe um comentário

A Marselhesa da negritude brasileira

A Marselhesa, como sabemos, não nasceu para ser o hino da França e, ao contrário do que muitos pensam, sequer foi cantada pelo povo durante os levantes de 1789 que culminaram na queda da Bastilha. Até porque não existia. Essa música foi composta em 1792 como um canto de guerro com o objetivo de estimular os soldados franceses que partiam para a guerra contra as tropas do rei da Hungria e da Boêmia.

A canção acabou sendo também bastante entoada pelos federados de Marselha que, em agosto de 1792, ajudaram a derrubar a monarquia francesa; a música caiu nos ouvidos do povo e o fim da história todos sabemos: de tão popular, tornou-se o hino da França e, mais do que isso, se transformou, em caráter mundial, em um ícone das lutas do povo contra regimes opressores.

Falo da Marselhesa porque acabo de ler notícia de que a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara aprovou a oficialização em todo o território nacional do Hino à Negritude. A música é de autoria de Eduardo de Oliveira, poeta e professor, autor do livro Quem é quem na negritude brasileira.

Acho extremamente valioso esse momento pelo qual vem passando a sociedade brasileira que se empenha em resgatar e valorizar a história dos afrodescendentes no Brasil.

Muito já se escreveu a esse respeito e concordo com todos os argumentos surgidos: a história do negro no Brasil é pouco conhecida e valorizada; nos livros didáticos os afrodescendentes aparecem na maior parte das vezes em posição inferiorizada, quase sempre em situação subalterna perante os brancos; a história de resistência dos negros é muitas vezes deixada de lado, os alunos nas escolas não sabem quão grande é o legado do negro na formação dos hábitos e costumes da população brasileira, muitos afrodescendentes – diante de todo esse quadro – não sentem orgulho de sua negritude e pior ainda, se nada for feito em nossa sociedade para mudar essa realidade, estaremos contribuindo para que a discriminação racial e o preconceito, que aparecem de forma camuflada em nossa sociedade, continuem se perpetuando, o que é uma vergonha.

Mas apesar de tudo isso, tenho minhas dúvidas a respeito da necessidade de se compor um Hino à Negritude. Se pararmos para olhar as manifestações culturais brasileiras, sou capaz de apostar que, em nenhum outro gênero – cinema, pintura, poesia, literatura, dança – a presença do negro é tão marcante quanto nas letras das música da nossa MPB.

A lista é imensa e vou citar aqui algumas que me vêem à memória, sem qualquer pesquisa: Mestre-sala dos mares, de João Bosco e Aldir Blanc, Mama África, do Chico César, Negro é lindo</em>, de Jorge Ben Jor, Kizomba, festa da raça, de Martinho da Vila e por aí vai. São músicas que estão na boca e na alma do povo, assim como a Marselhesa dos franceses.

E aí, quando eu me deparo com a letra desse Hino à Negritude me pergunto. Será que versos como

Este povo imortal
Que não encontra rival
Na trilha que o amor lhe destinou
Belo e forte na tez cor de ébano
Só lutando se sente feliz
Brasileiro de escol
Luta de sol a sol
Para o bem de nosso país

têm a força, o mesmo apelo, a mesma identidade com o povo do que, por exemplo “Glória/a todas as lutas inglórias/que através da nossa história/não esquecemos jamais” ou com a letra de qualquer outra música listada ou ainda com milhares que ficaram de fora dessa relação?

Lendo a letra do hino, me lembrei dos poemas de versos empolados tão característicos da poesia brasileira anterior à Semana de 22. São versos que – com todo respeito ao autor – tendem a cair no esquecimento, ou pior ainda, mal chegar ao conhecimento (ou ao coração) da população.

Na minha opinião de leigo, esse hino está anos-luz atrás da música Canto das três raças, de Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte, que poderia, muito bem, ser a Marselhesa da negritude brasileira. Na voz de Clara Nunes, logicamente!

Mas aceito outras sugestões.

10/09/2009 at 8:23 PM 1 comentário

Seminário Internacional sobre o Ensino de História da África

Agência FAPESP – A primeira edição do Seminário Internacional sobre o Ensino de História da África será realizado em Guarulhos (SP), nos dias 28 e 29 de setembro de 2009. O evento é resultado de parceria entre a Universidade Federal de São Paulo, a Prefeitura de Guarulhos e o Programa Sephis de Cooperação Sul-Sul (Holanda).

O evento tem como objetivo discutir as demandas sociais, acadêmicas e de políticas educacionais advindas da implementação da lei 10.639/03, que institui a obrigatoriedade do ensino de história da África e do negro no Brasil.

Os organizadores convidam planejadores das políticas publicas, acadêmicos do Brasil e da África e representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) a fazer proposições, avaliações e encaminhamentos que visem ao fomento da formação de professores, de pesquisadores e de produção didática em torno da temática dos estudos africanos.

O seminário estará organizado em torno de três eixos: Acadêmico, Democratização do Saber e Inclusão Social e Diálogo Governamental.

Mais informações: http://proex.epm.br/eventos09/africa

03/09/2009 at 10:46 AM Deixe um comentário

Estamos com podcast no ar

Tem sido cada vez mais difícil inserir uma mensagem aqui no blog. Estamos na fase final da reformulação do nosso livro e isso vem consumindo todo o nosso tempo e também toda nossa energia. É uma pena, pois estou curtindo muito essa vida de blogueiro. Mas se o Saramago, que é o Saramago, deu um tempo no blog dele para poder se dedicar a escrever um livro, imagine eu… E como não quero postar qualquer coisa só para dizer que escrevi algo no blog, prefiro o silêncio temporário a escrever futilidades

Mas agora, 9h da noite, acabei de receber uma mensagem do Samir pelo Twitter que vale a pena compartilhar com vocês: o podcast que gravamos para o site da Ática foi ar e já está disponível para quem quiser ouvir.

São 17 podcasts, no qual falamos dos mais variados assuntos relacionados ao ensino de História e à educação, como um todo. Tratamos de questões metodológicas de História, abordamos as novidades do novo Enem, discorremos sobre como trabalhar com documentos, a importância de se fazer uma leitura de imagens e também temas mais amplos, como a globalização, a crise mundial etc.

O pai dessa criança, na verdade, é o Samir, editor da editora Ática. Foi ele quem teve a idéia de colocar no site os podcasts com os autores. Aceitamos de cara o convite para participar e estávamos ansiosos esperando vê-los (ou melhor, ouvi-los) no ar. Em nossa opinião os podcasts são ótimos para aproximar os autores dos professores. E se a internet nos possibilita isso, por que não explorar essa ferramenta, não é mesmo?

Depois de termos decidido com o Samir sobre o que falaríamos, fomos com ele ao estúdio onde nos divertimos bastante. Enquanto gravávamos as perguntas, discutíamos futebol e não chegávamos a lugar nenhum. Afinal, o Samir é sãopaulino, a Gislane corintiana e eu palmeirense. Quer dizer: chegamos a um lugar sim: aos podcasts gravados, editados e disponibilizados na rede. Sem o making of com o qual o Samir nos aterrorizava a todo momento ameaçando disponibilizá-lo no site.

Pois bem, os podcast já estão aí (http://www.atica.com.br/PodCast/). Esperamos que gostem.

E valeu, Samir! Parabéns pelo trabalho!

02/09/2009 at 9:38 PM Deixe um comentário

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